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A revolução dos Robôs. Documentário mostra a robótica na vida das pessoas

Resumo crítico do filme/documentário: A revolução dos Robôs. Bem realístico, mostrando o lado bom e perfeitamente aplicável da robótica no dia-a-dia das pessoas.

Quando se fala em robôs é inevitável imaginarmos um boneco e metal falando com voz esquisita e andando de corpo duro. Por outro lado sempre vem a nossa mente os filmes de ficção científica como Guerra nas Estrelas, o Exterminador do Futuro, Eu Robô, entre outros, que nos apresenta os robôs no controle da situação e governando de forma quase soberana a humanidade.

Mas não é isso que o filme A revolução dos Robôs mostra, pelo contrário, ele procura situar a situação atual da robótica e tentar desenhar o futuro deste segmento.

Robôs estão sendo usados cada vez mais na indústria, principalmente na indústria automobilística e para realizar trabalhos que ninguém quer fazer, como por exemplo desarmar bombas, entrar em um vulcão ou procurar minas terrestres em áreas de guerra. O real trabalho e aplicação dos robôs estão longe da ficção científica.

Basicamente, há três tipos de robôs:

  • A) Os teleoperados com a interação humana. Uma mão mecânica de movimentaria da mesma forma que uma mão humana que estivesse conectada a ela por sensores, por exemplo.
  • B) Os teleoperados por computador. Em uma central  pessoas controlam um robô que está tentando desarmar uma bomba, por exemplo.
  • C) Autônomos. São aqueles que agem de forma independente.

Willian Red e Roodney Brookes são exemplos de pessoas que estão à frente de projetos de robótica inovadores. Eles criam robôs muito funcionais, mas pouco encantadores. Brookes é criador de robôs insetos que não tem cérebro mas a cada passo que dão, aprendem como se comportar. Ele também é criador de robôs que auxilia soldados na identificação de minas terrestres.

O Instituto de Tecnologia de Massashuts é pioneiro em pesquisa e desenvolvimento de robôs. Lá muitos robôs são baseados na vida animal como é o caso das formigas que realizam grandes feitos combinando instinto com sua limitada inteligência. Animais e a própria ficção científica são fontes de referências para pesquisadores que tem como principal desafio manter o robô de pé, algo bastante complexo, segundo o filme.

Toda a evolução da robótica conta com um aliado fundamental: o processador.  Segundo George Moore, presidente da Intel, os processadores dobram a sua capacidade a cada 18 meses e esta evolução permite que pesquisadores explorem cada vez mais o poder do processamento para dar aos seus robôs a possibilidade de feitos ainda maiores.

O filme é muito bacana e é bem realístico, mostrando o lado bom e perfeitamente aplicável da robótica no dia-a-dia das pessoas.



 

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