Resenha filmes: Minority Report e Hackers - Criminosos & Anjos

Hackers: criminosos ou anjos? Como atuam essas pessoas com enorme capacidade intelectual para atacar sistemas de computadores ou para protegê-los? O que poderia acontecer se a tecnologia fosse mal usada? Será que há limites do projeto de sistemas de computadores, inclusive na substituição de tarefas absolutamente humanas?

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A tecnologia da informação, ciência da computação e todas as áreas envolvidas na disseminação e controle da informação digital têm de conviver com um grupo bastante incômodo, os hackers.

O filme/documentário: Hackers – Criminosos & Anjos apresenta os dois lados de uma mesma moeda, ou seja, pessoas com conhecimento de tecnologia e capacidade muito acima da média a serviço do crime digital ou do combate a ele.

Capitão Zap vasculhava o lixo da empresa At&T,  a Telefônica dos EUA, em busca de informações que pudesse ser usada para atacar a empresa. Seu objetivo: baixar o valor das contas telefônicas.

Zap conseguiu atingir seu objetivo e atacou a empresa causando muitos prejuízos. Seu ataque à AT&T foi considerado pela Revista Wired como sendo o maior ataque de Hackers.

O filme mostra ainda outra atividade de Hackers aparentemente muito comum, os hackers éticos. Conhecido como o Time dos Tigres, esses hackers são contratados por grandes empresas, especialmente por instituições financeiras e se passam por funcionários do departamento de TI para convencer os funcionários da empresa a fornecerem dados que possam ser usados para acessar o sistema da empresa, como senha, login, etc. Curiosamente, muitos funcionários descuidados acabavam fornecendo os dados.

Os hackers chineses também provocaram bastantes estragos com seu vírus chamado “Cod Red”, que tinha por objetivo atacar a infraestrutura da internet.

Um detalhe bastante curioso mostrado no filme foi a estatística de que em torno de 70% dos ataques não são informados à polícia. O motivo que leva as empresas a tomarem esta atitude seria provavelmente a publicidade que isto causaria. Ao invés de polícia, muitos casos são entregues a agências particulares de detetives especializadas em crimes digitais.

O filme é interessante e mostra bem a relação entre o bem e o mal, entre os hackers que dedicam todo o esforço para atacar e os que com a mesma força oposta se dedica em neutralizar  as ações criminosas no ambiente digital.

Veja o trailler do filme/documentário:

Eu usei este filme na época da faculdade e achei bastante esclarecedor a maneira de atuar desses grupos e como eles podem causar estragos na infraestrutura de sistemas, internet e empresas. Mesmo depois de muito tempo as ações desses grupos de ora criminosos, ora “anjos” ainda persistem e pelo visto é uma luta constante entre quem quer ajudar e quem quer destruir.

Análise do filme com Tom Cruise: Minority Report a Nova Lei

Minority Report a Nova Lei é um filme que inclusive já usei em sala de aula com meus alunos na disciplina de Sistemas de Informação. É um filme longo e traz um conceito muito futurista e muita ficção, mas que se bem analisado pode-se extrair algumas lições para o desenvolvimento, projetos e usos de sistemas de informação.

Não há crimes em Washington a seis anos, isto graças ao impressionante sistema criado para monitorar as pessoas e prever quando elas irão cometer crimes. Quando isso acontece a polícia entra em ação e prende o futuro criminoso que não chega a cometer o crime.

Tudo parece até que o chefe da Divisão Pré-Crime entra na lista dos futuros assassinos e sabendo que será preso por isso, ele começa uma corrida contra o tempo para descobrir o que irá acontecer e porque irá matar alguém.

Todo o filme dirá em torno desta investigação que termina com o assassinato que ele mesmo previu. Ele é preso e depois sua esposa o ajuda a sair e identificar outro líder do sistema como sendo o culpado e manipulador do sistema.

O filme mostra um sentimento que muitos gostariam que fosse verdade, ou seja, a possibilidade de prevermos o futuro e manipulá-lo. Neste caso eles usam a tecnologia para tentar este feito. Curiosamente que neste e em outros filmes a tecnologia sempre é manipulada e sempre fica no ar a ideia que a tecnologia é má.

Há outro complicador no filme, além da tecnologia é usado pessoas que teriam poderem sobrenaturais de prever o futuro. Ai entre um fundo de espiritismo, que, aliás, é um aliado de Hollyood há muito tempo.

Embora o filme tenha todos esses complicadores há fatores de sistemas de informação bastante plausível para um futuro não muito distante, como é o caso da identificação de pessoas pela íris dos olhos. Esta tecnologia já vem sendo discutida em vários segmentos, inclusive para fins de segurança pública.

O filme ensina pouco, mas de novo deixa um alerta importante que a tecnologia mal empregada pode trazer sérios prejuízos a sociedade. Como sabemos que as vezes Hollyood copia a vida e as vezes a vida copia Hollyood é bom atentarmos se no futuro alguma ideia similar a essa não apreça por ai.

Veja o trailler do filme Minority Report a nova lei:


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