O que é inteligência artificial é porque ela pode ser perigosa

Quais os caminhos para a construção da inteligência artificial. Pensamento sobre o uso de sistemas de informações para a construção da inteligência computacional.

O homem é um ser inteligente. A inteligência é uma faculdade que recebemos de Deus e ela é fundamental para o desenvolvimento de uma pessoa, consequentemente de todo o meio em que ele está inserido.

Segundo o Dicionário Pliberam de Língua Portuguesa, inteligência é o conjunto de todas as faculdades intelectuais (memória, imaginação, juízo, raciocínio, abstração e concepção).

"inteligência", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2009, https://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx?pal=inteligência [consultado em 13-04-2010].

É com essa inteligência que criamos ou modificamos coisas que podem ser desde concepções simples como plantar uma árvore, até coisas muito complexas como a construção de um grande edifício, a criação de um computador ou um avião, por exemplo.

Inteligência artificial

Para efeito deste artigo chamaremos a nossa inteligência de inteligência natural, pois ela é inerente ao homem. Mas muito se fala em inteligência artificial e esta é criada, desenvolvida e tenta de alguma forma basear-se na inteligência natural que nós temos.

Assim, a inteligência artificial é o conjunto de ações criadas pelos homem para simular a ação natural do homem ou para substituí-lo de alguma forma ou pelo menos em algumas circunstâncias.

Como ela é criada?

Não é possível pensar em inteligência artificial sem associá-las aos computadores, pois estes, são os meios onde ela é desenvolvida e implantada para então funcionar.

Tirando de lado os filmes e as histórias futuristas, a chamada inteligência desenvolvida precisar percorrer alguns caminhos para que seja possível a sua concepção. Para isso, precisamos entender os elementos necessários para esse tipo de inteligência.

Dados

Dados é a matéria prima para a produção de informações. Eles são a base da construção da inteligência computacional. Sem dados nada pode ser feito em sistemas de informações.

Os dados são coletados de diversas formas, desde o preenchimento de um formulário em um site, a captação por um sensor, dentre outros.

Informações

Informações são dados trabalhados, lapidados, garimpados e que traga algum significado para a empresa ou o destinatário do sistema de informações. Em uma pesquisa eleitoral, os pesquisadores retem dados dos entrevistados, mas quando inseridos no sistemas e processados produzem  informações. Essas informações diz que tem mais chance de ser eleito, entre outras.

Conhecimento

O conhecimento é um degrau acima da informação. As informações são valiosas, mas o conhecimento constitui um saber. Produz ideias e experiências que as informações por si só não será capaz de mostrar. Se informação é dado trabalhado, então conhecimento e informação trabalhada.

Inteligência desenvolvida

A inteligência artificial (não sei porque, mas não gosto desse termo), só poderá existir se houver conhecimentos suficiente, isto, toda a cadeia (dados, informações e conhecimentos) tiver sido completada. Sistemas de informação inteligentes são aqueles que conseguem extrair de um conhecimento ou de um grupo de conhecimentos uma ação que embora artificial, represente uma ação natural.

Quando você faz uma busca no Google por exemplo, você está experimentando o resultado de uma inteligência desenvolvida. Há centenas de critérios, processos e etapas que o Google analisa antes de mostrar quais são os sites que você deverá visitar. Tudo isso porque você informou um dado para eles, ou seja, a palavra-chave que você digitou na caixa de pesquisa.

Em outras palavras ela tenta simular o que um humano faria. No exemplo acima eu poderia ligar para um funcionário do Google e diz: Eu preciso de um site que tenha receita de bolo de chocolate e ele poderia diz qual é o site, mas como isso é inviável, então o próprio site tenta fazer o que o funcionário faria.

Concluímos que a inteligência desenvolvida é mais comum do que imaginamos e relativamente simples na sua definição, porém, complexa no sua concepção. Inteligência computacional não está relacionada apenas a robôs ou aquelas coisas sem sentidos que vemos nos filmes, ela ocorre no nosso dia-a-dia, como na internet, nos bancos, na indústria, etc.

A inteligência artificial pode ser perigosa

Sim e não.

Recentemente uma notícia sobre a demissão de um engenheiro do Google chamou a atenção. Ele foi demitido pois afirmou que uma plataforma de  inteligência artificial da empresa "tinha consciência".  O Google negou, mas o alerta deste engenheiro não pode passar desapercebido.

Digo isso, pois a competição que existe entre as empresas de tecnologia, o desejo humano de superação e a quantidade de dinheiro que as big tecs tem, quando combinados encontramos o cenário perfeito para uma busca incessante de mais inovação que em algum momento poderá ser muito perigoso.

Por outro lado há muito  alarmismo, teorias da conspiração e claro a ficção muito presente no cinema que de certa forma pode funcionar como um combustível para tudo isso. Uma coisa é uma afirmação de um engenheiro do Google, outra bem diferente é um uma informação alarmante de um grupo do WhatsApp, muita das vezes sem uma fonte ou quando existente, sem muita credibilidade.

Mas há um lado bom na inteligência artificial?

Sim. Aliás, tudo deveria ser bom.

É preciso levar em conta a alta indústria de tecnologia, como nas áreas de saúde, nuclear, robótica, espacial, entre outras. Há muita coisa de IA por ai. Se você usa um aplicativo como o Waze, por exemplo, pode nem perceber, mas este é um exemplo de IA que já temos em nosso cotidiano e que é muito bom.

Inteligência artificial x Deus

Um alerta!

Deus é soberano. Ponto. Ele tem o controle de todas as coisas. Ponto. A inteligência computacional só é possível porque ele, Deus, nos deu a natural. Portanto, que o homem não seja ingrato para usar isso contra os princípios morais de Deus.  E a ele, Deus, seja a glória, a honra e o louvor, para sempre!

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